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Autora do livro ‘Entre Irmãs’ aprova filme baseado em sua obra

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- 10-16-17 08:54 - 0 Comentários

Frances de Pontes Peebles falou sobre o sucesso de seu livro; veja esse e outros destaques da coluna Bastidores

Publicado originalmente com o título “A Costureira e o Cangaceiro”, o livro “Entre Irmãs” da escritora Frances de Pontes Peebles virou um filme de Breno Silveira, protagonizado por Nanda Costa e Marojie Estiano. Em entrevista , Frances conta um pouco sobre o livro, que lhe renderam até mesmo prêmios importantes, e planos para o futuro.



Frances de Pontes Peebles

Foto: Divulgação 

Depois de ver “Entre Irmãs”, já em cartaz nos cinemas, Frances conta que aprovou o filme e frizou a dificuldade de escrever um roteiro a partir de um livro de 600 páginas. Para ela, Patrícia Andade captou a alma e o espíro do livro. “O nível de fidelidade com a história me emocionou muito! O meu nível de participação foi simplesmente escrever o livro. Eu acho que o elogio mais forte e mais bonito que qualquer artista pode receber é que outro artista se inspire no seu trabalho. Isso me dá muita satisfação”, contou ela, que não quis se envolver no filme e apenas confiou no resultado.

Questionada sobre uma possível inspiração para a obra, a escritora diz que a história sempre esteve dentro dela, mas demorou para sair da maneira certa. “A inspiração vai se acumulando dentro de nós ao longo do tempo. A vida é cheia de momentos e pessoas marcantes, mas nem todas viram romance. Então, antes de escrever qualquer coisa, eu penso muito bem se a ideia e as personagens são duradouras, se eu quero passar dois, três, quatro anos, no caso do “Entre irmãs” seis anos com essas personagens”, disse. Ela conta que desde jovem queria escrever sobre o cangaço de uma maneira diferente e ao procurar informações a respeito, percebeu que não existiam, o que a deixou interessada, porém triste. “Eu queria mostrar o lado humano, feminino, e também o lado violento do cangaço”.

A autora escreveu seu livro em inglês e, depois de ler a primeira versão em português, publicada em 2010, não tocou mais no livro. ​Ela é brasileira radicada em Chicago e veio ao Brasil para o lançamento do filme. Frances conta que leu o livro novamente em setembro desse ano e acabou vendo que faria algumas alterações na obra. “talvez fizesse um livro um pouquinho mais curto que as 600 páginas que contam essa história (risos). Mas, fora isso, as personagens realmente foram fortes e emocionantes e isso para mim é o mais importante porque são elas que guiam o livro”, conta ela.





Ela continua a inflexão. “Comecei a escrever esse livro com 24 anos, terminei aos 30. Foi uma fase muito forte na minha vida. Agora eu tenho 39 anos e sou uma mulher diferente do que era naquela época. Então eu não mudaria mais nada, mesmo achando que poderia ter feito algumas partes melhor. Esses ‘erros’ me mostram como eu estou crescendo e melhorando sempre como escritora”.</p>Frances comenta que algumas de suas primeiras memórias foram no Cariri de Taquaritinga do Norte, onde sua família tinha uma fazenda. “. Mesmo vivendo no exterior, eu sempre voltava para a fazenda, morei lá. E é uma parte da minha alma. Eu tive essa vivência e me inspirei nas pessoas que moram nesse ecossistema da caatinga”. Ainda de acordo com a autora, sua dificuldade foi o dia a dia dos cangaceiros porque, mesmo conhecendo, não morou no mato.</p>
Premiações
O melhor prêmio para a autora é o elogio que vem dos leitores, que enviaram e-mails para ela dizendo que adoraram. “Mas não vou dizer que não foi bom ganhar os prêmios também. Eu passei muito tempo trabalhando nesse livro sozinha, sem saber se seria publicado”, explica. Eu tinha uma grande inspiração e queria muito escrever, ninguém ia entrar no meu caminho e me parar. Mesmo se ninguém lesse, eu ia escrever essa história; foi uma necessidade para mim. Ganhar os prêmios foi uma experiência muito bonita porque me mostrou que todo aquele trabalho não foi em vão.


Futuro
Novas obras a caminho? Com certeza “é só achar um tempo para escreve-las”, brinca. “Agora estou terminando meu novo livro, um segundo romance, que deve ser lançado aqui nos Estados Unidos no final de 2018 e, se as editoras no Brasil gostarem, também no Brasil. Também tenho alguns contos a caminho”. Afinal, escrever, para ela, é uma tarefa muito trabalhosa, porém, muito bonita. “posso fazer isso por toda minha vida, não é como um jogador de futebol, por exemplo, que tem uma vida curta no seu trabalho por causa do seu corpo. Se a minha mente estiver boa, até 80, 90 anos eu posso continuar escrevendo e fazendo companhia a muitas outras personagens, compartilhando essas histórias com os leitores não só do Brasil, como do mundo todo. Será meu sonho se realizando”.

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Emma Stone sobre ‘A Guerra dos sexos’: ‘Tive sorte de viver Billie Jean King’

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- 10-09-17 15:37 - 0 Comentários

Estrela de Hollywood não poupou elogios à tenista americana durante a estreia do longa-metragem no London Film Festival

Emma Stone não poupou elogios à Billie Jean King na première europeia de “A Guerra dos Sexos”, que ocorreu neste sábado (7), durante o London Film Festival.



Emma Stone e Billie Jean King na premiere de A Guerra dos Sexos no London Film Festival

Foto: Divulgação

Vencedora do Oscar de melhor atriz deste ano por seu papel em “La La Land – Cantando Estações”, a estrela de Hollywood caminhou pelo tapete vermelho na Leicester Square, centro de Londres, e explicou as razões que a levaram a interpretar a tenista americana lendária em “A Guerra dos Sexos”.</p>“A história de Billie Jean é tão incrível, inspiradora. Ela mudou tanta coisa para seu próprio esporte e também para o mundo. Ela é uma grande defensora da igualdade e direitos LGBTQ. E, naquela época, ela não era capaz de falar livremente sobre o que estava passando. O fato de interpretá-la foi o que realmente atraiu minha atenção, apesar dos muitos desafios”, disse Emma.





“Conseguir fazer parte deste lado da história, compartilhando isso com o mundo e celebrando as realizações de mulheres como ela, realmente tive muita sorte de fazer esse papel”, acrescentou.</p>Já Billie Jean King, que também marcou presença no evento, retribuiu o elogio e afirmou que se sentiu lisonjeada por ter uma equipe e elenco tão talentosos retratando sua história.

â€œÉ como ter os melhores do mundo. Me sinto tão abençoada e impressionada com isso acontecendo. Você nunca pensa quando é criança que se tornará a jogadora de tênis número 1 do mundo e que eles farão um filme e a atriz número 1 do mundo irá te interpretar. Ela ganhou tudo, Globo de Ouro, Oscar. Ter Emma Stone me retratando é muito além de surreal, inacreditável”.

“A Guerra dos Sexos” conta a história da famosa partida de tênis entre Billie Jean King e Bobby Riggs (Steve Carell) em 1973, que se tornou um dos eventos esportivos mais assistidos de todos os tempos. Mais do que sobre tênis, é um filme sobre batalhas pessoais, igualdade de gênero, sexualidade e poder.



“Espero que a mensagem do filme sirva para que os jovens ‘millennials’ abracem a causa e lutem pela liberdade e igualdade. E para a comunidade LGBTQ, espero que ajude as pessoas a se sentirem mais confortáveis em sua própria pele, enquanto que, para outros, permita com que eles entendam melhor, assim não é algo tão desconhecido. Que o filme também lembre as pessoas de o quão duro era nos anos 70, por quantos problemas pessoas antes de mim e minha geração passaram. Por tudo isso, sou muito grata”, finalizou Billie Jean.</p>“A Guerra dos Sexos” estreia nos cinemas do Brasil no dia 19 de outubro.

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Filme sobre Bispo Edir Macedo, “Nada a Perder” tem novas imagens divulgadas

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- 10-09-17 15:34 - 0 Comentários

Filme sobre a trajetória do Bispo da Igreja Universal foi teve direitos de distribuição comprados pela Netflix e será lançado em duas partes em 2018

O longa “Nada a Perder”, que conta a trajetória do Bispo Edir Macedo, estreia somente em 2018, mas imagens do filme já foram liberadas. Em gravação desde abril deste ano, a película contará a trajetória de Macedo, desde a juventude até a criação da Igreja Universal do Reino de Deus, passando pela compra da Rede Record e até os dias de hoje.



“Nada a Perder” conta a trajetória de Edir Macedo (Petrônio Gontijo) desde a juventude até os dias atuais

Foto: Stella Carvalho/Divulgação

O filme também não fugirá das polêmicas, e deve retratar o episódio em que um pastor da Igreja chuta uma santa e a negociação de compra da emissora com Silvio Santos. O ator que fará o dono do SBT, aliás, já foi escalado, mas seu nome é mantido em sigilo. Já o responsável por dar vida a Edir Macedo é o ator Petrônio Gontijo, que já atuou em novelas da Record, como “Os 10 Mandamentos” e “Os Mutantes”.</p>

Petrônio Gontijo e Day Mesquita como Edir e Ester Macedo em cena de “Nada a Perder”

Foto: Stella Carvalho/Divulgação

Em imagens divulgadas de “Nada a Perder”, é possível ver, por exemplo, momentos da cerimônia de casamento do Bispo com Ester Macedo, interpretada por Day Mesquita. Com gravações feitas em São Paulo, Rio de Janeiro, Soweto na África do Sul e Israel, o longa conta ainda com André Gonçalves no papel de R. R. Soares, cunhado de Macedo, com quem ele rompeu relações por divergências sobre o comando da Igreja.</p>
Histórias cruzadas




Além da trajetória de Macedo, o filme ainda retratará a história de pessoas que já passaram pela sua vida, como foi o caso no cantor Latino. Interpretado no longa por Rafael Awi, Latino será retratado em um episódio de sua juventude, quando morava na rua e recebeu apoio e comida do Bispo da Universal.</p>
Lançamento mundial
“Nada a Perder” será dividido em duas partes, com a primeira chegando aos cinemas no primeiro trimestre de 2018. A Netflix comprou os direitos de exibição do longa que, após três meses da estreia será disponibilizado na plataforma. Já pensando na distribuição mundial, o filme sobre a vida de Edir Macedo deve ser lançado em 190 países.</p>
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Halle Berry garante emoção e ação no agitado thriller ‘O Sequestro’

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- 09-22-17 21:09 - 0 Comentários

Atriz volta a protagonizar um filme, ainda que de baixo orçamento, e preenche a tela de carisma em um suspense de alta voltagem



Halle Berry em cena de O Sequestro, que estreia nesta quinta-feira (21)

Foto: Divulgação

Halle Berry é uma atriz tão boa que chega a ser melancolicamente irônico o fato de representar o argumento perfeito para os defensores da maldição do Oscar, já que sua carreira praticamente ‘desaconteceu’ depois do prêmio por “A Última Ceia” em 2002. Em 2017, no entanto, ela ensaia um retorno em grande estilo. Está na hypada sequência de “Kingsman”, que estreia semana que vem, no drama “Kings”, ao lado do James Bond Daniel Craig, e em “O Sequestro”, em que é a estrela absoluta deste eficiente thriller cheio de ritmo e clima.</p>Dirigido por Luis Prieto, com maior rodagem na televisão, o filme tem Halle Berry como uma mãe coragem. Ela é Karla, uma garçonete que atravessa um divórcio litigioso e tenta preservar seu filho de seis anos desse ruidoso processo. Como o título entrega, seu filho é sequestrado em uma bela tarde no parque em uma cena construída, a despeito dos clichês, com muita tensão e suspense. “O Sequestro” é um filme eficiente por costurar clichês sob um manto de certa imprevisibilidade.</p>



Há aqui e ali alguns fatos que podem ser percebidos como “forçada de barra”, mas estão todos eles alinhados a um contexto de verossimilhança. Logo que percebe o sumiço de seu filho, Karla põe-se a procurar loucamente por ele e o avista sendo recolhido para dentro de um carro velho por uma mulher corpulenta e aparentemente sujismunda. Desesperada, Karla se lança em uma perseguição alucinada aos sequestradores. Sem celular, já que o aparelho caiu quando ela em vão tentou impedir que o carro partisse com seu filho dentro.</p>Prieto, com sua bagagem televisiva, entende de ritmo e “O Sequestro” avança sem gargalos para seu bom clímax. Trata-se de um filme B sem medo de ser feliz e devolve a Halle Berry um papel que, se não oscarizável, lhe permite exercitar sua musculatura dramática com gosto.</p>
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Após viver Bibi Perigosa, Juliana Paes encarna Dona Flor fogosa em novo filme

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- 09-19-17 20:29 - 0 Comentários

“Dona Flor e Seus Dois Maridos” estreia em novembro

Prestes a se despedir do papel de Bibi Perigosa, Juliana Paes irá viver um clássico de Jorge Amado, “Dona Flor e Seus Dois Maridos” – em que interpretará, é claro, a fogosa Dona Flor.



“Dona Flor e Seus Dois Maridos” vira filme; longa será lançado primeiro no Nordeste e só depois no resto do país

Foto: Divulgação

Nele, é possível ver os icônicos personagens Dona Flor (Juliana Paes), Vadinho (Marcelo Faria) e Dr. Teodoro (Leandro Hassum) em cenas de amor, paixão e sedução. “Dona Flor e Seus Dois maridos” coloca a professora de culinária em um grande dilema: apostar no amor de sua vida ou sossegar na certeza do amor seguro?</p>Com direção e roteiro de Pedro Vasconcelos e produção de Marcelo Faria, a história mostra o tórrido caso de amor entre Flor e Vadinho, um jovem fascinado pela vida fácil de jogatina e bebedeira da Bahia da década de 1940. Contudo, seu estilo de vida faz com que o rapaz tenha uma morte muito precoce. Assim, a jovem professora se entrega ao Dr. Teodoro, farmacêutico da cidade e completamente diferente de seu amado, ele é um homem frio, pacato e sistemático.

Com saudades dos momentos calientes que viviam, Dona Flor começa a evocar o amado, até que ele surge em espírito, bagunçando sua vida de casa. Com isso, o trio se mete em confusões que acabam tornando a vida a três um tanto quanto confusa e, ao mesmo tempo, tentadora.

“Dona Flor e Seus Dois Maridos” tem estreia marcada para o dia 2 de novembro deste ano nos cinemas do Nordeste. No resto de todo o território nacional, a data ainda será confirmada – mas a Downtown Filmes e a Paris Filmes, que distribuem o longa, afirmaram que será no mesmo mês.

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“Feito na América” diverte ao colocar Tom Cruise entre Pablo Escobar e a CIA

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- 09-13-17 18:47 - 1 Comentários

Do diretor de “Identidade Bourne”, “Feito na América” é o tipo de filme cada vez mais raro em Hollywood. É uma produção que não almeja o Oscar nem recordes de bilheteria, apenas propiciar duas boas horas na sala escura

Doug Liman é um dos diretores mais prolíferos e influentes de Hollywood, mas pouca gente parece se importar. São deles filmes bacanas que marcaram época como “Identidade Bourne” (2002) e “Sr. & Sra. Smith” (2005). Só em 2017 lança dois filmes no cinema. O primeiro, “Na Mira do Atirador”, estreou no mês passado no Brasil e o segundo, “Feito na América”, estreia nesta semana.



“Feito na América” é uma produção que não almeja Oscar ou sucesso de bilheteria

Foto: Divulgação

Protagonizado por Tom Cruise, com quem Liman já havia rodado o também bacana “No Limite do Amanhã” (2014), “Feito na América” se escora em um personagem que merecia um filme de Doug Liman. Barry Seal (Cruise) era um piloto da aviação civil norte-americana recrutado pela CIA para afazeres operacionais como fotografar concentrações comunistas em países da América Central durante a guerra fria. Mas o moço subiu na vida.</p>Assim como a CIA, suas habilidades como piloto – e sua boa relação com a CIA – entraram no radar do emergente barão das drogas Pablo Escobar. De repente, Seal se viu como o estranho vértice de uma relação com um dos homens mais perigosos do mundo e a implacável agência de inteligência americana.</p>A produção se ocupa de reconstituir essa inacreditável história real, que já fora pincelada em outras produções como “Conexão Escobar” (2016), estrelado por Bryan Cranston, e até mesmo na primeira temporada da série “Narcos”, da Netflix. Aqui, no entanto, ganha relevo e destaque – e um ponto de vista romântico.





Sob muitos aspectos este é o filme certo para Tom Cruise, que costuma ser conhecido por não dar ponto sem nó. “Feito na América” depende de seu charme como protagonista como nenhuma outra produção recente do astro dependia. É, também, um filme de ator. Em que a história, por mais mirabolante que seja, não se impõe à destreza da atuação. E Tom Cruise, como tão bem provara ao longo da década de 90, se garante. Essa é sua melhor aparição como ator desde “Trovão Tropical” (2008), em que ele nem sequer fazia o protagonista.</p>Diversão chapada, “Feito na América” é um tipo de filme que Hollywood não aposta mais quando não há perspectiva de Oscar. É um tipo de filme, também, que você verifica com gosto na filmografia de Doug Liman. Não à toa que Cruise e Liman resolveram se reunir para o projeto. Um filme adulto, calcado na figura de um astro e que não ambiciona quebrar recordes de bilheteria. Eis um filme que vai ao passado para nos lembrar de tempos em que até no cinema as coisas eram mais simples.

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J.J. Abrams será o diretor de ‘Star Wars: Episódio IX’

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- 09-13-17 16:27 - 1 Comentários

Diretor de “Star Wars: O Despertar da Força” volta à franquia no nono episódio da saga, previsto para estrear em 2019

O Twitter oficial de “Star Wars” confirmou nesta terça-feira (12) que J.J. Abrams está de volta à saga. Ele será o diretor e roteirista de “Star Wars: Episódio IX”, o nono filme da franquia.



J.J. Abrams irá dirigir e roteirizar “Star Wars: Episódio IX”

Foto: Divulgação

Diretor de “Star Wars: O Despertar da Força”, J.J. Abrams volta à franquia para encerrar o ciclo que ele começou, em 2015. Ele assume o filme após a saída de Colin Trevorrow, que foi o primeiro escalado para dirigir o longa, mas acabou abandonando o projeto após diferenças criativas com a Disney.</p>Além de J.J. Abrams, também está no projeto Chris Terrio, como co-roteirista, e as produtores Kathleen Kennedy e Michelle Rejwan.</p>“Com ‘O Despertar da Força’, J.J. entregou tudo que a gente poderia esperar, e eu estou muito animado por ele voltar para fechar essa trilogia”, disse Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm, em comunicado à imprensa. Além de “O Despertar da Força”, o diretor também assina “Além da Escuridão – Star Trek”.</p>
Diferenças criativas
J.J. Abrams não é o primeiro diretor a assumir um projeto em andamento no universo de “Star Wars”. Neste ano, Ron Howard também substituiu Chris Miller e Phil Lord na direção do filme focado na história de Han Solo, previsto para ser lançado no ano que vem.

“Star Wars: Episódio IX”, agora com J.J. Abrams, está previsto para ser lançado em 2019. Antes, a Disney apresenta “Star Wars: Os Últimos Jedi”, com direção de Rian Johnson e participação de Daisy Ridley, John Boyega e Mark Hammil. O filme chega aos cinemas brasileiros em 14 de dezembro. O longa solo de Han Solo, que ainda não tem nome nem data de estreia, está previsto para ser lançado em 2018.

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Patty Jenkins é confirmada na direção de “Mulher-Maravilha 2”

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- 09-11-17 18:14 - 0 Comentários

A diretora, que está revolucionando a produção cinematográfica norte-americana, segue conquistando espaço e atraindo público feminino

Segundo informações do site estadunidense de entretenimento “Variety”, Patty Jenkins estará, mais uma vez, com as rédeas de mais um filme solo da heroína Mulher-Maravilha em mãos. Nesta segunda (11), o portal confirmou a informação e, sem dúvidas, levou os fãs de histórias em quadrinhos à loucura.



Patty Jenkins irá dirigir continuação de “Mulher Maravilha”

Foto: Reprodução/Twitter

Para os que não perdem uma novidade sequer sobre o universo que envolve as criações da DC, já não tinha segredo nenhum em torno do trabalho em parceria que vinha sendo feito por Geoff Johns, presidente da DC Comics, e a diretora e roteirista Patty Jenkins para a sequência de “Mulher-Maravilha” (2017). Outro portal, o site “The Wrap”, afirmou que o fio condutor do novo filme será a disputa contra os soviéticos nos anos 80.</p>Sobre a atriz principal, ainda não há confirmações de que Gal Gadgot continuará a sustentar o papel. No entanto, as expectativas para que a intérprete assine novamente com a franquia estão altas.

“Mulher-Maravilha 2” chega aos cinemas dos Estados Unidos no dia 13 de dezembro de 2019. Ainda tem chão… Mas mal podemos esperar!


Girl Power!
Parece que não foi coincidência Patty Jenkins estar à frente da direção da história da guerreira amazona para as telonas. Nas mãos de Patty estão, praticamente, os primeiros passos que rumam à uma revolução: a conquista de um espaço cada vez maior para as mulheres no mundo do cinema. Entre os ganhos e as mudanças, está o fato de que a roteirista norte-americana conseguiu atrair, com o “Mulher-Maravilha” (2017), um público 50% feminino nos Estados Unidos, enquanto o comportamento usual das pessoas costumava computar 60% dos ingressos para longas heroicos para homens.</p>

Patty Jenkins irá dirigir continuação de “Mulher Maravilha”

Foto: Divulgação

Acha que acabou por aí? Não é só no enredo e no roteiro que tem mulher na parada. No backstage também! O que comprova é o fato de que a equipe por trás das câmeras também era formada por mulheres, desde Patty Jenkins até a designer de produção e demais cargos.</p>
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“Polícia Federal – A Lei é Para Todos” tenta lucrar com patriotismo brasileiro

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- 09-11-17 18:11 - 0 Comentários

O mal elaborado patriotismo brasileiro é a principal moeda do filme que reconstitui as circunstâncias que desencadearam a maior operação anticorrupção da história do País. Produção fez boa bilheteria de estreia

Maior operação anticorrupção da história do Brasil, e pelos números e ramificações quiçá do mundo, a Lava-Jato comporta em si um grande componente cinematográfico. José Padilha que já falou de corrupção nos dois “Tropa de Elite” e também em “Robocop” está desenvolvendo uma série para a Netflix, mas “Polícia Federal – A Lei é Para Todos” chegou antes.</p>

Apoiado em nacionalismo mal construído, ”Polícia Federal – A Lei É Para Todos” não cumpre papel que se propôs

Foto: Divulgação 


Pouca densidade e competição desigual
O filme de Marcelo Antunez é o primeiro de uma trilogia e se ocupa da recriação das circunstâncias que culminaram na deflagração da Lava Jato. “Polícia Federal – A Lei é Para Todos” evolui até a condução coercitiva de Lula, ocorrida em março de 2016, e que precipitou apenas um dos muitos momentos em que os poderosos do país atentaram contra a operação.

Em cerca de hora e meia, a fita se incumbe de dar conta de aproximadamente 20 fases da Lava Jato, dos receios e angústias de algumas figuras proeminentes dela, oxigenar variantes da operação, como a cobertura da imprensa, o impacto desta nas relações familiares dos envolvidos e dar ritmo de thriller ao desenvolvimento narrativo. Além, é claro, de fiar-se como uma defesa desembaraçada da operação que já dura mais de três anos e tem como um de seus objetivos moralizar o trato com a coisa pública.

Como pode se ver, é muita coisa e mesmo que fosse possível dimensionar satisfatoriamente tudo isso em um único filme, “Polícia Federal – A Lei é Para Todos” é vítima do fato de ser contemporânea ao período histórico a que remete. Portanto, não há competição possível. A realidade tem muito mais complexidade, adrenalina e escândalo. A estruturação imposta pela realização, como se não bastassem todos esses obstáculos, é rasa. O filme se refugia em clichês, na lógica de policiais americanos e em um punhado de frases feitas para justificar personagens e anseios de âmbitos opostos da audiência. Em resumo é um filme que não consegue se materializar.

O elenco está irregular. Se Antonio Calloni é bem sucedido em preencher seu delegado Ivan de camadas insuspeitas que vão sendo descortinadas à medida que a força-tarefa mergulha na lama de corrupção à brasileira, Flavia Alessandra, Bruce Gomlevsky e os demais não conseguem exceder o lugar comum e viram reféns da superficialidade. Ary Fontoura encarna Lula com escárnio e presta um desserviço ao filme logo em seu clímax e Marcelo Serrado se limita a repetir tiques da persona pública de Sérgio Moro, que parece estar no filme mais como um capricho (já que seu nome é um fetiche tão adensado quanto o de Lula) do que para cumprir qualquer função narrativa.

“Polícia Federal – A Lei é Para Todos” é pobre enquanto cinema, mas é uma bem-vinda carta de intenções. É, também, uma demonstração de amadurecimento do cinema brasileiro enquanto negócio, já que é um filme concebido todo ele sob uma lógica mercadológica que pressupõe um raciocínio de indústria que raramente se vê por aqui além das comédias. A Lava Jato, afinal, vende. Resta saber se contar com o patriotismo do brasileiro, que nunca foi lá essas coisas, vale a aposta.

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Netflix terá filme dirigido por Fernando Meirelles

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- 09-06-17 23:13 - 0 Comentários

A obra remontará a relação entre o Papa Francisco e o Papa Bento XVI

Depois de internacionalizar sua carreira com “Cidade De Deus”, Fernando Meirelles agora vai dirigir um filme que será produzido pela plataforma de streaming Netflix.</p>O longa, que ainda não tem um título oficial, contará a história de amizade entre o Papa Francisco, que será interpretado por Anthony Hopkins, e o Papa Bento XVI, que será vivido por Jonathan Pryce, o Alto Pardal de “Game of Thrones”. Segundo a revista Variety, o filme será gravado na argentina este novembro e o cineasta Cesar Charlone também estará presente para as gravações.</p>

Fernando Meirelles assinará direção de novo filme da Netflix sobre os papas do Vaticano

Foto: Reprodução

O novo filme da Netflix irá explorar a relação e as visões opostas dos dois líderes da Igreja Católica. Na trama, ambos devem abordar seus próprios passados e as demandas do mundo moderno para mover a igreja para frente. Enquanto Bento renunciou o seu cargo em 2013, após oito anos no comando do Vaticano, Francisco ressurge em meio a crise da Igreja Católica, sendo encarado como um papa mais progressista. O roteiro ficou por conta de Anthony McCarten, conhecido por “A Teoria de Tudo” (2014).</p>A obra marca o retorno de Meirelles aos longas internacionais, sendo o último o drama “360”, em 2011, que também contava com Anthony Hopkins no elenco. O ator, por outro lado, foi visto recentemente em “Transformers: O Último Cavalheiro”, enquanto seu parceiro Jonathan Pryce poderá ser visto nas telonas em breve em “O homem que inventou o Natal”.


Brasil na Netflix
Não é só Meirelles o único brasileiro que comandará um longa-metragem na Netflix. Outra produção brazuca está por vir: “O Matador”. Dirigido por Marcelo Galvão (“Colegas”), o longa se passa entre os anos de 1910 e 1940 e marca o primeiro filme original brasileiro do serviço de streaming. A trama conta a história de um temido matador pernambucano, interpretado por Diogo Morgado, que vai do sertão para a cidade investigar o desaparecimento de um cangaceiro local que o criou.

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