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O que está em jogo com a compra da Fox pela Disney?

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- 12-14-17 19:15 - 0 Comentários

Em um dos maiores acordos comerciais da indústria do entretenimento nos últimos dez anos, essa fusão acarretará uma série de consequências; confira

A Disney anunciou nesta quinta-feira (14) a compra do segmento de entretenimento da 21th Century Fox, um acordo bilionário e histórico para Hollywood. A venda já estava sendo acertada há alguns meses, especialmente depois de Rupert Murdoch passar o seu império aos seus filhos, James e Lachlan, há cerca de dois anos.

Para a Disney, ainda que a compra da Fox acarrete também uma dívida de $13.7 bilhões, fazendo com que a empresa desembolse um valor ainda maior, o negócio tende a transformar a turma do Mickey Mouse em algo mais poderoso ainda.



A Disney anunciou a compra da Fox nesta quinta-feira (14); veja as consequências dessa fusão

Foto: Montagem

Englobando uma das grandes rivais do cinema, a Fox, a Disney agora passa a comandar grandes franquias do cinema, como “Deadpool”, “Avatar”, além de programas de televisão e séries renomadas como “Simpsons” e “Modern Family”, aumentando ainda mais o leque do catálogo da empresa. Além disso, com a compra da Fox, a Disney fica à frente dos concorrentes no serviço de streaming. Agora, ela será a maior detentora das ações do Hulu, uma plataforma que faz bastante sucesso nos Estados Unidos. Confira as principais mudanças do audiovisual com a novidade.</p>
Aposta no streaming
A venda da Fox para a Disney não sinaliza apenas a potencialização da empresa diante do mercado mundial, mas também a ideia de que o streaming pode ser a aposta do mercado para o universo do audiovisual. Apesar da sétima arte ser bastante lucrativa para a Fox – um exemplo é o fato de que a distribuidora detém 27 filmes que foram indicados ao Globo de Ouro nesta semana – a família Murdoch resolveu abrir mão das salas de cinema no universo do entretenimento, mantendo apenas o enfoque nos negócios de notícias.



O longa “Okja” foi vaiado por ter sido exibido antes no serviço de streaming da Netflix

Foto: Barry Wetcher / Netflix / Divulgação

Os serviços de streaming ganharam bastante destaque durante o ano de 2017 com as suas produções originais, como aconteceu com a Netflix. Em maio deste ano, a obra “Okja” chegou a concorrer no Festival de Cannes. Entretanto, durante sua exibição, a produção foi vaiada por conta da revolta dos cineastas na ideia de se publicar filmes antes nas plataformas digitais e mais tarde nas salas de cinema. A situação gerou diversos debates polêmicos a respeito do assunto e do suposto conflito entre os dois tipos de consumo da sétima arte. Agora, parece que a 21th Century Fox abriu mão de trabalhar na área do entretenimento sob o mesmo formato.</p>Por outro lado, a Disney, que também movimenta bilhões pelas salas de cinema ao redor do mundo, busca unir o útil ao agradável. A empresa já anunciou que está considerando a criação de uma plataforma de streaming própria, em que possa disponibilizar o seu conteúdo. A decisão já fez burburinhos em agosto deste ano, quando a empresa anunciou que as novas produções deixarão de ser transmitidas a partir de 2019, quando seu novo serviço pretende chegar no mundo virtual. Esta plataforma será em modelo semelhante ao da ESPN, canal que também já faz parte do império do Mickey Mouse.

Entretanto, com a compra da Fox, a empresa promete chegar com o novo serviço batendo de frente nos seus concorrentes. Apesar da Disney já ter ações no serviço Hulu, com a compra da Fox também vieram as suas ações na plataforma, tornando a empresa a mais influente. As outras empresas que comandam as ações do Hulu são a Comcast/NBCUniversal, detentora da Universal Studios e Time Warner, que por sua vez engloba a Warner Bros. Assim, a Disney divide um mesmo serviço com suas concorrentes que provavelmente não cederão tão fácil as ações que possuem para a rival. Ainda que as decisões diante do Hulu devam ser tomadas com acordos de todos os envolvidos, o que limita a Disney de fazer grandes mudanças na plataforma, segundo Tim Nollen, analista da Macquarie Capital, em um relatório publicado antes do acordo ter sido revelado, “possuir um segundo grande estúdio poderia ajudar a Disney a construir sua plataforma de streaming durante o lançamento em 2019 com mais conteúdo e possuir uma participação majoritária na Hulu daria ao controle da Disney deste serviço SVOD (Vídeo On Demand)”.



Sucesso de crítica nos EUA, “The handsmaid’s Tale”, é uma produção original do Hulu

Foto: Divulgação

É válido ressaltar que “The Handmaid’s Tale”, vencedora do Emmy Awards é uma produção original do serviço de streaming que agora está sob comando majoritário da Disney. A plataforma ainda é pequena comparada as gigantes Netflix e Amazon e segundo o CEO da Disney, Bob Iger, “nós poderemos não só fluir mais conteúdo em direção ao Hulu, mas essencialmente tendo o controle para ampliar o gerenciamento da Hulu para tornar-se um pouco mais evidente, eficiente e eficaz com um controle acionista”, escreveu em um artigo mencionado no The Hollywood Reporter. Sendo assim, é uma oportunidade para a empresa de também crescer.</p>
E o conteúdo?
A fusão da Fox com a Disney, entretanto, não traz mudanças apenas no mercado do entretenimento, como também no próprio entretenimento que é colocado dentro deste mercado. A primeira mudança – e talvez mais comentada – é a união de personagens em uma mesma história. A Disney agora passa a obter os direitos de franquias como “X-Men”, “O Quarteto Fantástico”, “Deadpool” e “Avatar” ,fazendo com que personagens da Marvel possam se encontrar com esses outros heróis. “Trazer a Disney e a Fox juntas combinarão algumas das franquias de entretenimento mais icônicas do mundo”, afirmou Bob Iger à Variety. Atualmente, a Disney já tem no seu leque de produções personagens da Marvel Studios – exceto pelo “Homem-Aranha” que está nas mãos da Sony Pictures – além da Lucasfilm, que rendeu as novas histórias de “Star Wars” nos cinemas. Inclusive, para esta franquia, a compra da Fox também é um bom negócio pois até então a empresa possuía os direitos do primeiro capítulo da série produzido em 1977 – e que agora estará nas mãos da Disney.



Agora o anti-herói “Deadpool” faz parte da Disney

Foto: Reprodução

Entretanto, outro lado desta fusão preocupa os fãs de cinema. Com incorporação das produções da Fox na Disney, resta saber se elas continuarão tendo autonomia diante da empresa. A Disney Studios possui uma linha de produção de entretenimento muito homogênea que reflete, inclusive, nas novas versões de “Star Wars”, quando comparada as suas originais. Além disso, a Fox também é detentora da Fox Searchlight, que se dedica a produção de filmes independentes e originais, muitas vezes com um orçamento mais baixo comparado aos grandes nomes de Hollywood. Sendo assim, com a Disney no comando, o futuro desse braço da Fox fica incerto, o que pode ser um aspaceto negativo para a indústria que poderá perder um pouco da sua diversidade anualmente – um risco que os próprios heróis da Fox também correm agora com a incorporação na Disney.</p>
Novos mercados
Para a Disney, o acordo parece só ter benefícios para sua inserção no mercado internacional – e agora com a Fox em jogo as coisas podem ampliar para a Europa e a Ásia. No oriente o império de Mickey Mouse já é grande por si, rendendo bons milhões com as suas produções. A empresa chegou até mesmo a produzir um filme indiano, “Dangal” (2016), que apesar de ser recente foi a penúltima produção local da empresa que agora aposta em concentrar na UTV, emissora indiana, as produções hollywoodianas. Em contrapartida, a Star India, um canal da Fox, está indo bastante bem no pacífico, uma chance da Disney aterrissar seu conteúdo na televisão agora. O mesmo acontece na Europa, onde a Fox tem uma grande participação na empresa de televisão Sky, prometendo ampliar e consolidar o império no Velho Continente.


Disputas com o governo


O governo ainda avaliará essa grande transação

Foto: Drew Angerer / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP

Apesar da compra da Fox estar bastante ligada à indústria e ao mercado do entretenimento, o governo dos Estados Unidos também é um dos agentes que está disposto a participar desse grande e histórico negócio. Segmentos antitruste, ou seja, que buscam impedir a fusão de várias empresas que buscam dominar determinada oferta de serviços, tem alertado o governo sobre a transação. Recentemente a companhia de telecomunicações AT&T dos Estados Unidos estava abrindo negócios com a Time Warner, mas chegaram a ser impedidos por ter sido considerado uma truste vertical – de empresas de diferentes segmentos – comandando toda uma oferta de serviços, comandando todo um mercado.</p>Agora com os grandes estúdios tendo diminuído de seis para cinco depois da venda da Fox para a Disney, resta saber como as negociações vão se desenrolar sob o olhar do governo. O CEO da Disney, Bob Iger, comentou nesta quinta (14) ao “Good Morning America” que “nós estamos esperando que o governo olhe isso sobre uma perspectiva de consumidor”, já que a nova companhia “vai criar mais conteúdo de qualidade em uma base global e entregar para os consumidores isso em caminhos mais excitantes”, aguardando que a transação seja vista como uma “combinação positiva”. Resta agora só aguardar para ver como é que esse novo empreendimento vai se desenrolar – não só nos Estados Unidos, mas pelo mundo inteiro.</p>
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Compra da FOX pela Disney mexe em placas tectônicas de Hollywood

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- 12-14-17 12:10 - 0 Comentários

Anúncio foi feito nesta quinta-feira (14) e altera drasticamente a indústria do entretenimento. Veja o que pode mudar no cinema

Foi anunciada nesta quinta-feira (14) uma das aquisições mais transformadoras da história de Hollywood e que deve gerar profundas ramificações no cinema, enquanto arte, mas também negócio. A compra da Fox pela Disney deve movimentar cerca de US$ 60 bilhões. A compra não seria total.</p>Segundo fontes da Bloomberg, a aquisição se limitaria ao estúdio de cinema, suas propriedades intelectuais, à divisão de entretenimento do grupo (FX, National Geographic, FOX, etc) e 22 canais à cabo regionais de esportes. A família Murdoch manteria o controle sobre a divisão de jornalismo (Além da FOX News, a família controla o Wall Street Journal), e a divisão de esportes – vale lembrar que a empresa do Mickey Mouse já controla a ESPN.</p>

Anúncio da compra da FOX pela Disney deve ocorrer nesta quinta-feira (14)

Foto: Montagem

Enquanto muitos comemoram a possibilidade de ver os X-Men juntos aos vingadores, o mercado se questiona o que essa fusão pode significar. Na prática um dos seis grandes estúdios de Hollywood vai desaparecer? A Disney notabilizou-se nos últimos anos por se movimentar agressivamente no mercado. A empresa comprou a Pixar e a Marvel na década passada e a LucasFilm em 2012. Ao incorporar a FOX ela se movimenta para neutralizar outro player no ascendente mercado do streaming: a Netflix.</p>Recentemente, a empresa atualmente comandada por Bob Iger anunciou que irá lançar uma plataforma de streaming. Primeiro nos EUA, depois no restante do mundo. As propriedades da Disney, portanto, deixariam de ser licenciadas para a Netflix. Ao incorporar todo o conteúdo da FOX, a Disney afeta severamente o portfólio da Netflix em um momento de natural desequilíbrio com a ascensão de um novo rival.</p>



Há, claro, a expectativa de como o Departamento de Justiça dos EUA, sob a guarida de Donald Trump, irá encarar o negócio. O órgão tem sido resistente à já consolidada fusão da Time Warner com a AT&T. Precavida, a Disney deve elaborar um acordo para impedir a ânsia castradora do órgão antitruste norte-americano.</p>A natureza do acordo entre Disney e FOX, que ainda não é oficial, ainda será destrinchada (e muito) nos próximos dias. Mas de imediato já é possível apontar duas consequências danosas para o cinema. A primeira é o fato da família Murdoch, que construiu um império de comunicação, ao se desfazer de sua divisão de entretenimento indicar que com a ascensão do streaming apostar no cinema é mau negócio. Disney e Netflix devem ditar no médio prazo como esse mercado irá se organizar.

A segunda consequência é mais sutil. O monopólio da Disney sobre as principais franquias cinematográficas é deverás perturbador para quem deseja bons filmes desapegados de fórmulas. A Fox, que conquistou 27 indicações ao Globo de Ouro na última segunda-feira (11), é quem melhor tem trabalhado os super-heróis – esse gênero onipresente – no cinema. Ainda que a Disney ganhe mais dinheiro com eles. O braço independente do estúdio, a Fox Searchlight, aposta em filmes que a Disney não faz há muito tempo. E essa é só a ponta do iceberg.



Cena de “Três Anúncios para um Crime”, um dos filmes mais premiados da temporada: o tipo de filme que a Disney já não faz há muito tempo

Foto: Reprodução

A questão mais premente neste cenário é se FOX e Fox Searchlight manterão autonomia operacional em relação à Disney. A experiência com a LucasFilm não permite otimismo. No entanto, a movimentação da gigante do entretenimento pode, pelo menos no curto prazo, atender a interesses meramente circunstanciais. Esses seriam robustecer o universo cinematográfico Marvel e oferecer musculatura a sua plataforma de streaming que deve chegar em 2019. De todo modo, as possibilidades ensejadas pelo negócio são muitas. Todas muito boas para Disney, não necessariamente entusiasmantes para todos os outros.</p>
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J.K Rowling defende escalação de Johnny Depp em ‘Animais Fantásticos’

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- 12-07-17 18:12 - 0 Comentários

A escritora J.K Rowling autora da saga “Harry Potter” falou pela primeira sobre a repercussão negativa de ter Johnny Depp na franquia

J.K. Rowling, escritora e roteirista de “Animais fantásticos: Os crimes de Grindelwald”, falou pela primeira vez sobre toda a repercussão causada diante do papel de Johnny Depp no filme, o ator da vida ao personagem Gellert Grindelwald.



Johnny Depp vive a persobagem Gellert Grindelwald

Foto: Divulgação

O filme “Animais fantásticos: Os crimes de Grindelwald”, teve sua primeira imagem oficial divulgada em novembro com a foto do mago Gellert Grindelwald interpretado por Johnny Depp. Após a repercussão da imagem os fãs de Harry Potter pediram a demissão do ator por causa do escândalo de violência com a ex-mulher Amber Heard.</p>A escritora J.K. Rowling resolveu falar seu posicionamento pela primeira sobre o assunto. “Os fãs de Harry Potter tiveram legítimas questões e preocupações sobre a nossa escolha em continuar com Johnny Depp no papel. Como David Yates, diretor de longa data de Potter, já disse, nós naturalmente consideramos a possibilidade de reformular o elenco.

Eu entendo por que alguns ficaram confusos e raivosos por isso não ter acontecido… Os acordos firmados para proteger a privacidade de duas pessoas, que expressaram o desejo de continuar suas vidas, devem ser respeitados. Com base na nossa compreensão das circunstâncias os cineastas e eu não estamos apenas satisfeitos com o nosso elenco original, mas estamos realmente felizes por ter Johnny interpretando um personagem importante nos filmes”, escreveu em um texto publicado em no site oficial da escritora.

O fato de o ator não ser substituído encomodou alguns fãs da saga Harry Potter, por todo o histórico da série e também pela história de “Animais fantásticos”. Os fãs dizem que o filme não deveria conter um ator com essa polêmica.

Mesmo que a atitude seja contrariada por alguns fãs, Rowling conclui que Johnny Depp continuará no papel. “Aceito que haverá aqueles que não estão satisfeitos com nossa escolha do ator no papel principal. No entanto, a consciência não é administrada por comitê. Dentro do mundo fictício e fora dele, todos nós temos que fazer o que acreditamos ser a coisa certa… Baseado no nosso entendimento das circunstâncias, os cineastas e eu não estamos apenas confortáveis em manter nosso elenco original, como genuinamente felizes de ter Johnny fazendo um grande personagem dos filmes.”


Entenda o caso:
Toda a repercussão da atuação de Johnny Depp no filme veio diante das acusações que surgiram contra o ator em maio de 2016. As acusações são de violência doméstica contra a atriz Amber Heard, ex-mulher do ator. Amber Heard chegou a divulgar fotos sobre a agressão.

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Maurício de Sousa traz Turma da Mônica para CCXP 2017

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- 12-05-17 08:57 - 0 Comentários

O desenhista lançará quatro novas produções na feira e fará sessão de autógrafos durante o evento. Confira esse e outros destaques do Bastidores

A Comic Con Experience 2017 (CCXP) já está chegando em sua 4ª edição nesta quinta-feira (07) para trazer o melhor da cultura geek durante este fim de semana. Apesar de trazer grandes nomes do mundo pop atual, parece que os visitantes poderão revisitar ícones de tempos passados. Mônica, Magali, Cascão e Cebolinha tomarão conta do Centro de Exposições São Paulo Expo com quatro lançamentos inéditos da Maurício De Sousa Produções pela editora Panini.



O desenhista Maurício de Sousa marcará presença na CCXP para sessões de autógrafos

Foto: Reprodução 

“Turma da Mônica – Lembranças”, “Turma Da Mônica Jovem – Em Cores Cebola: O Grande Prêmio”, “Clássicos Do Cinema: Coelhada Nas Estrelas” e “Turma da Mônica Jovem 12 – O desaparecimento dos mágicos” são as novidades editorias de Maurício de Sousa e a Turma da Mônica. Além do lançamento, o desenhista estará presente na CCXP nos dias 7, 8 e 10 para uma sessão de autógrafos em que os fãs poderão conhecer de perto o autor de tantas aventuras que marcarão uma geração.</p>Confira a programação:

Dia 07/12 | quinta-feira<br/> – 13h | autógrafo estande MSP<br/> – 16h | autógrafo espaço CCXP | 50 senhas</span>

Dia 08/12 | sexta -feira<br/> – 14h | Sessão de Fotos para as 50 primeiras senhas<br/> – 16h | autógrafo espaço CCXP | 50 senhas

Dia 10/12 | domingo<br/> – 16h às 17h15 | Painel MSP

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‘Yvone Kane’ propõe compreensão do passado como remédio para o presente

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- 11-30-17 19:47 - 0 Comentários

Coprodução entre Brasil e Portugal estreia nesta semana no Rio e em SP

“Yvone Kane”, estreia deste fim de semana no circuito alternativo das cidades do Rio de Janeiro e são Paulo, é um projeto pessoal da portuguesa Margarida Cardoso, que dirige o filme como quem remexe no próprio passado. O filme estabelece um diálogo entre as reminiscências coloniais em Moçambique e os anseios da protagonista vivida pela portuguesa Beatriz Batarda.



Cena do filme Yvone Kane

Foto: Divulgação

Depois da morte da sua filha, Rita (Beatriz Batarda) volta ao país africano onde viveu a sua infância para investigar um mistério do passado: a verdade sobre morte de Yvone Kane (Mina Andala), uma ex-guerrilheira e ativista política. Neste país, onde o progresso se constrói sobre as ruínas de um passado violento, Rita reencontra a sua mãe, Sara (Irene Ravache), um mulher dura e solitária que vive ali há muitos anos.</p>É dessa busca pelo passado, muitas vezes alinhada a certo rigor jornalístico, que o longa e sua protagonista vão adquirindo sentido. As cicatrizes da história ocupam especial espaço no filme de Cardoso e, nesse sentido, a atuação de Irene Ravache é essencial. Expressiva e silenciosa, a atriz abarca a dor de quem viveu e viu muitas tragédias. É um trabalho muito sutil.

Ao propor a compreensão do passado como remédio para o presente, “Yvone Kane” se valoriza como documemento histórico, mas falta ao filme certo comedimento. A metragem é excessiva, assim como a reverência.

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‘Thelma’ discute sexualidade da protagonista por meio de fenômenos sobrenaturais

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- 11-30-17 17:39 - 0 Comentários

Produção norueguesa foi selecionada por seu país para tentar uma vaga no Oscar e estreia nesta quinta-feira (30) em diversas capitais brasileiras



Cena de Thelma, que estreia nesta quinta-feira (30) nos cinemas de São Paulo, Santos, Rio de Janeiro, Salvador, Porto Alegre, Recife, Belo Horizonte, Brasilia e Curitiba

Foto: Divulgação

Um dos filmes mais polarizadores de 2017, “mãe!” só se existe por meio de suas alegorias e isso constitui tanto sua maior força, como sua grande fragilidade. “Thelma”, novo filme de Joachim Trier e escolhido pela Noruega para tentar uma vaga no Oscar 2018 entre as produções estrangeiras, apresenta inúmeras alegorias – todas esfuziantes e reverberantes – mas sobrevive sem elas. É neste ponto especificamente que se distingue como uma produção muito mais ampla, satisfatória e mesmerizante.</p>Os debates que provoca tampouco se esgotam ao fim da produção. O início do filme é avassalador e instiga a audiência pelo que virá a seguir. Um homem e uma menina, que intuímos ser sua filha, caminham por uma floresta coberta de neve. Ele avista um cervo. Mira. A menina fita o cervo na expectativa do abate, ele passa a mirar sua filha. Demora alguns minutos na hesitação. Desiste. “Thelma” é um filme que vai se revelando aos poucos e acumulando alegorias que o tornam melhor.

Eili Harboe faz a Thelma do título. Uma garota tímida que acaba de deixar a casa dos pais para estudar em Oslo, onde começa a viver seu primeiro amor. Que é um amor homossexual. Seu relacionamento logo é afetado pela intromissão opressiva de sua família, que com suas crenças religiosas fundamentalistas conseguem abalar a vida da jovem. Quando Thelma fica chateada, coisas estranhas começam a acontecer e esses fenômenos sobrenaturais só aumentam.</p>

Cena do filme Thelma: alegorias sobre a sexualidade

Foto: Divulgação

O filme de Trier poderia ser vulgarmente definido como um X-Men europeu com fundo sexual. Isso porque Thelma resiste ao desejo sexual por Anja (Kaya Wilkins). A desconstrução da figura masculina, aqui materializada pelo pai bondoso, mas rígido, é uma dessas alegorias sobre sexualidade e liberdade que tanto agradam em um cinema que se pretende expositivo das angustias homossexuais.</p>Os conflitos íntimos da protagonista e a maneira como ela se debate com eles, deixando a inocência para trás e se aceitando por inteiro, no contexto sexual, mas também “mutante”, torna “Thelma” um filme de brilho peculiar e especialmente potente.

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O novo “Assassinato no Expresso do Oriente” acerta em todos os alvos

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- 11-29-17 13:16 - 0 Comentários

Na frente e atrás das câmeras, Kenneth Branagh é o trunfo do filme que revisita Agatha Christie e enseja nova franquia com o indefectível Hercule Poirot. Sequência da estreia desta quinta (30) já está confirmada pela Fox

Agatha Christie tem muito pedigree. Kenneth Branagh talvez não tenha tanto, mas certamente está no rol dos nomes que surgem na mente quando se pensa em uma adaptação da prestigiada e muito adaptada autora inglesa. São mais de 30 adaptações ao longo dos anos, inclusive uma muitíssimo bem sucedida de “Assassinato no Expresso do Oriente”, protagonizada por Albert Finney e dirigida pelo mestre Sidney Lumet. A missão de Branagh, que assume tanto a direção, como o protagonismo, não era fácil.



Assassinato no Expresso do Oriente estreia no dia 30 de novembro nos cinemas

Foto: Reprodução

O britânico, no entanto, concilia ingratas e onerosas expectativas e entrega um entretenimento sofisticado, cheio de classe, com ótimos momentos e alguma tensão apresentando Agatha Christie para toda uma geração e pajeando fãs de outros carnavais. Seu “Assassinato no Expresso do Oriente” tem um elenco daqueles de salivar: Johnny Depp, Penelope cruz, Judi Dench, Willem Dafoe, Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), Josh Gad (“A Bela e aFera”), Michelle Pfeiffer e Olivia Colman. Mas o grande trunfo do filme de Branagh reside no esforço que faz tanto para dar viço ao engenho criativo do texto de Christie, como para viabilizar uma alegoria da globalização.</p>O visual é empolgante, o mistério convidativo e os atores estão um deleite nesse filme que muitas vezes se irmana a uma peça de teatro e se capilariza nos diálogos rápidos, autocentrados e cheios de expertise que o roteirista Michael Green (“Logan”, “Blade Runner 2049”) filtra tão bem da pena de Christie.</p>

Como ator, Branagh não se divertia tanto há algum tempo e não esteve tão bem em um papel desde que viveu Laurence Olivier em “Sete Dias com Marilyn” (2011). Seu Hercule Poirot, o autoproclamado melhor detetive do mundo, um tipo cheio de manias e com um raciocínio afiadíssimo, é um brinde a quem gosta de apreciar um bom personagem dimensionado por um ator que francamente o admira.</p>Sem qualquer outra pretensão além de oferecer boas duas horas de entretenimento, “Assassinato no Expresso do Oriente” é aquele programa para desfrutar com pipoca e sem risco de arrependimento no cinema.

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Johnny Depp faz detetive diferente em ‘Sherlock Gnomes e o Mistério do Jardim’

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- 11-09-17 18:59 - 0 Comentários

Sequência da animação “Gnomeo e Julieta”, lançada em 2011, “Sherlock Gnomes e o Mistério do Jardim” chega aos cinemas em 29 de março



Sherlock Gnomes e o Mistério do Jardim do Jardim

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Continuando as aventuras de “Gnomeo e Julieta”, “Sherlock Gnomes e o Mistério do Jardim” promete trazer um toque de mistério para a aventura do casal mais apaixonado do jardim. Nesta aventura, ambientada no coração de Londres, alguns gnomos desaparecem sem deixar rastros. Gnomeo e Julieta unem forças com os renomados detetives Sherlock Gnomes e Watson, para descobrir o que está por trás do mistério e começam a perceber que permanecer apaixonados pode não ser tão fácil como se apaixonar.</p>Com trilha sonora assinada por Elton John e vozes originais de Johnny Depp (Sherlock Gnomes), Emily Blunt (Julieta) e James McAvoy (Gnomeu), “Sherlock Gnomes e o Mistério do Jardim” tem data de estreia marcada para o dia 29 de março do ano que vem.</p>
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Cineasta brasileiro é nomeado Presidente do Júri do Beverly Hills Film Festival

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- 11-02-17 09:18 - 0 Comentários

Frederico Lapenda, que já filmou com Nicolas Cage e Danny Glover, espera muitos filmes brasileiros na competição

Uma grande vitrine de Hollywood, que atrai em seus eventos nomes estrelados, como Jon Voight, Danny DeVito, Sharon Stone e Andy MacDowell. Esse é o Beverly Hills Film Festival, criado em 2001 por Nino Simone e responsável por impulsionar várias carreiras.</p>

Addam Ottmar, COO, Nino Simone, CEO Fundador, Frederico Lapenda, presidente, Anthony Severin, CFO Beverly Hills Film Festival

Foto: Reprodução

Em um ano que marca uma década de sua participação no evento, o produtor e cineasta brasileiro Frederico Lapenda foi nomeado presidente do Grand Jury do Beverly Hills Film Festival, cargo responsável por, entre outras funções, selecionar so jurados que vao eleger os vencedores da competição.</p>A história de Lapenda com o festival começou em 2008, quando ele se consagrou o vencedor com seu filme Bad Guys, estrelado por Kate Del Castillo, Danny Strong e Rampage Jackson. Sua segunda vitória foi em 2010, com o documentário Sequestro, que também concorreu a uma nomeação a um Oscar. Em 2013, Lapenda fundou e produziu o Beverly Hills Film Festival Japan e acredita que um formato de Gand Prix seria a melhor forma de garimpar filmes internacionais.

A edição de 2018 será realizada entre os dias 4 e 8 de Abril de 2018, com estreia programada para o tradicional Teatro Chinês da Hollywood Blvd. Duas grandes vantagens podem ser destacadas do festival. Primeiro por ele estar localizado no coração da indústria de cinema, próximo aos grandes distribuidores e agências de talento, o que facilita aos realizadores convidar esse público para assistir seus filmes na tela grande. Em segundo lugar, pelo perfil ‘não corporativo’ do evento, que resulta em menos política e foco total na qualidade das produções.

Lapenda acredita que os festivais de cinemas são de extrema importância para os jovens por ser uma oportunidade de ouro para eles mostrarem seu trabalho. “A exibição do filme na tela de cinema aumenta aquele impacto inicial sobre quem assiste, alguns casos conquistando no ato a distribuição para a obra. Além disso, é uma excelente oportunidade para fazer networking, atrair um empresário e criar novas alianças que resultam em futuros projetos”.

Sobre o cinema brasileiro, Lapenda se mostra muito animado com essa nova fase, repleta de produções de grande potencial. “Estou muito empolgado com essa nova safra de produções e espero ver muitas delas brilhando em festivais, como o de Beverly Hills, mostrando o talento do brasileiro para os mercados do mundo todo”.</p>
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Os dez melhores filmes lançado pelo Marvel Studios

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- 10-24-17 17:13 - 0 Comentários

Com o terceiro filme solo de Thor à espreita, listamos as dez melhores produções da Marvel no cinema. São 17 lançamentos em nove anos de atividade do estúdio.

A Marvel é uma religião. Ou quase. De todo modo, elaborar uma lista dos dez melhores filmes já produzidos pelo estúdio, “Thor: Ragnarok”, que está na lista, é o 17º lançamento desde que Robert Downey Jr. e Jon Favreau surpreenderam o mundo com “Homem de Ferro” em 2008, é mexer em um vespeiro.



Os dez melhores filmes da Marvel Studios

Foto: Reprodução

A lista talvez ajude a visualizar melhor como os filmes da Marvel seguem uma fórmula bem sucedida. Os três filmes do “Capitão América” estão na lista. É a trilogia que apresenta os filmes mais diferentes entre si e todos de ótimo nível. É claro, que nenhuma lista é unânime e nem deve ter pretensão para tanto.</p>
10 – “Doutor Estranho” (2016)


”Doutor Estranho” está entre os melhores filmes que a Marvel já fez

Foto: Divulgação

Dirigido por Scott Derrickson, letrado no cinema de horror, “Doutor Estranho” prometia levar a Marvel a outro patamar. Não foi o caso. Repetindo beats de outros filmes do estúdio, o filme apresentou efeitos especiais vistosos e trouxe metafísica, planos astrais e o conceito de morte para a ordem do dia de um blockbuster com certo grau de sucesso. O elenco, inusitado para um filme de herói, é outro bom atrativo da produção.</p>
9- “Homem de Ferro 2” (2010)


“Homem de Ferro 2” traz novas aventuras do super-herói, playboy e filantrópo Tony Stark

Foto: Reprodução

Mickey Rourke e Sam Rockwell fazem vilões histriônicos e divertidos; Robert Downey Jr. volta a dar show; cenas de ação caprichadas; e a melhor frase já dita em um filme da Marvel – aquela sobre a privatização da paz mundial – embalam um filme cuidadosamente hiperbólico que atestou que a Marvel estava nessa para ganhar.</p>
8- “Thor: Ragnarok” (2017)


Hela ainda não estreou nos cinemas, mas com Cate Blanchett a personagem deve ser uma ótima vilã

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Visualmente delirante, o terceiro filme solo de “Thor” é uma história em quadrinhos filmada. Com mais humor e certa ambição estética do que os exemplares anteriores, “Ragnarok” pavimenta um novo caminho para a Marvel no cinema e prova que o Deus do Trovão sabe rir de si mesmo e nós rimos com ele.</p>
7- “Os Vingadores” (2012)


Projeto da Marvel Studios culminou em “Vingadores” em 2012, finalizando a “Fase 1” da Marvel

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O grande projeto da Marvel, o ponto final na fase 1 do estúdio no cinema, a consolidação de um dos projetos mais ambiciosos já vistos no cinema, “Os Vingadores” é um filme de equipe que aposta no humor, nos diálogos ligeiros e em cenas de ação megalomaníacas. A receita é para as massas e a bilheteria superior ao bilhão de dólares dá pouca margem para contestação.</p>
6- “Capitão América: O Soldado Invernal” (2014)


”Capitão América: O Soldado Invernal” está na lista dos melhores filmes da Marvel Studios

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Um thriller político de primeira linha com direito a vilão interpretado por Robert Redford. Eis aí uma senhora credencial para o filme que traz o Capitão América para a contemporaneidade e investe em trama e narrativa completamente diferentes do primeiro filme. Chris Evans e Scarlett Johansson têm uma química a la Bonnie e Clyde e garantem o escopo de filme setentista em plena ebulição da era Marvel. Foi o primeiro filme dos irmãos Russo para o estúdio. Além de “Guerra Civil”, eles dirigem os dois próximos “Os Vingadores”.</p>
5- “Homem-Formiga” (2015)


“Homem Formiga” também conseguiu seu espaço nessa lista

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Edgar Wright tinha um plano e ele dava conta de que “Homem-Formiga” seria um filme radicalmente diferente do que a Marvel está acostumada a ofertar. É claro que divergências criativas o retiraram do projeto. Mas seu crédito como autor do argumento permaneceu e em sua primeira hora, “Homem-Formiga” lembra mais “Onze Homens e um Segredo” do que qualquer filme de herói, mas a coisa vai diluindo aos poucos. Não que Peyton Reed, que assumiu a direção, vá em direção oposta, mas o longa termina mais comum do que começou. Ainda assim, é um filme divertido e muito bem embalado.</p>
4- “Capitão América: O Primeiro Vingador” (2011)


“Capitão América: O Primeiro Vingador” mostra as origens do soldado mais forte dos Estados Unidos

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Dirigido por Joe Johnston, de “Jumanji” (1995) e “Jurassic Park III” (2001), “O Primeiro Vingador” é a melhor matinê do século. Em 17 anos de muitos filmes com tal pretensão, não é pouca coisa. O filme de origem do “Capitão América” nos lembra porque gostamos tanto de produções como “Indiana Jones” e porque vibramos com nossos heróis favoritos no cinema.</p>
3 – “Guardiões da Galáxia” (2014)


“Guardiões da Galáxia” também conquistou seu espaço nessa lista com confusões intergalácticas

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“Star Wars” encontra “Perdidos no Espaço” é uma boa definição para essa comédia de ação muito bem azeitada por James Gunn, com direito a algumas das melhores piadas da década, cenas de ação bem coreografadas e personagens muitíssimo bem desenhados. Ninguém esperava uma derrapada da Marvel, mas realmente não se esperava um filme tão bom e um sucesso tão acachapante. A sequência muito digna que chegou em 2017, não chega nem perto da qualidade desse produto pop tão bem adornado.</p>
2 – “Capitão América: Guerra Civil” (2016)


“Capitão América: Guerra Civil” coloca os super-heróis da Marvel em lados opostos de uma batalha

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O terceiro filme solo do “Capitão América” foi tanto um triunfo de roteiro, como da estratégia de um universo compartilhado no cinema. “Guerra Civil” não seria possível, em potência e impacto dramático, se não fosse um capítulo de uma história maior, mas também é um filme coeso e muitíssimo bem resolvido, com foco em seu protagonista, mas generoso com os muitos outros personagens. Como bônus, ainda oferta algumas das melhores cenas de ação da história do gênero.</p>
1 – “Homem de Ferro” (2008)


Primeiro filme de herói da Marvel: “Homem de Ferro” é o melhor filme do estúdio

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O primeiro filme lançado pela Marvel, antes do estúdio ser comprado pela Disney e de se ver amarrado a fórmulas, permanece como o melhor e mais bem urdido longa do estúdio. Cineasta então pouco experimentado, Jon Favreau teve liberdade para contar uma história de origem com boas cenas de ação e muito humor. O filme tem em Robert Downey Jr., aqui redescoberto por Hollywood, um coringa e tanto. Seu charme e carisma, combinado à inteligência do roteiro escrito por Mark Fergus, Hawk Ostby, Art Marcum e Matt Holloway, garantem um filme cheio de frescor e força dramática.</p>
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