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Halle Berry garante emoção e ação no agitado thriller ‘O Sequestro’

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- 09-22-17 21:09 - 0 Comentários

Atriz volta a protagonizar um filme, ainda que de baixo orçamento, e preenche a tela de carisma em um suspense de alta voltagem



Halle Berry em cena de O Sequestro, que estreia nesta quinta-feira (21)

Foto: Divulgação

Halle Berry é uma atriz tão boa que chega a ser melancolicamente irônico o fato de representar o argumento perfeito para os defensores da maldição do Oscar, já que sua carreira praticamente ‘desaconteceu’ depois do prêmio por “A Última Ceia” em 2002. Em 2017, no entanto, ela ensaia um retorno em grande estilo. Está na hypada sequência de “Kingsman”, que estreia semana que vem, no drama “Kings”, ao lado do James Bond Daniel Craig, e em “O Sequestro”, em que é a estrela absoluta deste eficiente thriller cheio de ritmo e clima.</p>Dirigido por Luis Prieto, com maior rodagem na televisão, o filme tem Halle Berry como uma mãe coragem. Ela é Karla, uma garçonete que atravessa um divórcio litigioso e tenta preservar seu filho de seis anos desse ruidoso processo. Como o título entrega, seu filho é sequestrado em uma bela tarde no parque em uma cena construída, a despeito dos clichês, com muita tensão e suspense. “O Sequestro” é um filme eficiente por costurar clichês sob um manto de certa imprevisibilidade.</p>



Há aqui e ali alguns fatos que podem ser percebidos como “forçada de barra”, mas estão todos eles alinhados a um contexto de verossimilhança. Logo que percebe o sumiço de seu filho, Karla põe-se a procurar loucamente por ele e o avista sendo recolhido para dentro de um carro velho por uma mulher corpulenta e aparentemente sujismunda. Desesperada, Karla se lança em uma perseguição alucinada aos sequestradores. Sem celular, já que o aparelho caiu quando ela em vão tentou impedir que o carro partisse com seu filho dentro.</p>Prieto, com sua bagagem televisiva, entende de ritmo e “O Sequestro” avança sem gargalos para seu bom clímax. Trata-se de um filme B sem medo de ser feliz e devolve a Halle Berry um papel que, se não oscarizável, lhe permite exercitar sua musculatura dramática com gosto.</p>
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Após viver Bibi Perigosa, Juliana Paes encarna Dona Flor fogosa em novo filme

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- 09-19-17 20:29 - 0 Comentários

“Dona Flor e Seus Dois Maridos” estreia em novembro

Prestes a se despedir do papel de Bibi Perigosa, Juliana Paes irá viver um clássico de Jorge Amado, “Dona Flor e Seus Dois Maridos” – em que interpretará, é claro, a fogosa Dona Flor.



“Dona Flor e Seus Dois Maridos” vira filme; longa será lançado primeiro no Nordeste e só depois no resto do país

Foto: Divulgação

Nele, é possível ver os icônicos personagens Dona Flor (Juliana Paes), Vadinho (Marcelo Faria) e Dr. Teodoro (Leandro Hassum) em cenas de amor, paixão e sedução. “Dona Flor e Seus Dois maridos” coloca a professora de culinária em um grande dilema: apostar no amor de sua vida ou sossegar na certeza do amor seguro?</p>Com direção e roteiro de Pedro Vasconcelos e produção de Marcelo Faria, a história mostra o tórrido caso de amor entre Flor e Vadinho, um jovem fascinado pela vida fácil de jogatina e bebedeira da Bahia da década de 1940. Contudo, seu estilo de vida faz com que o rapaz tenha uma morte muito precoce. Assim, a jovem professora se entrega ao Dr. Teodoro, farmacêutico da cidade e completamente diferente de seu amado, ele é um homem frio, pacato e sistemático.

Com saudades dos momentos calientes que viviam, Dona Flor começa a evocar o amado, até que ele surge em espírito, bagunçando sua vida de casa. Com isso, o trio se mete em confusões que acabam tornando a vida a três um tanto quanto confusa e, ao mesmo tempo, tentadora.

“Dona Flor e Seus Dois Maridos” tem estreia marcada para o dia 2 de novembro deste ano nos cinemas do Nordeste. No resto de todo o território nacional, a data ainda será confirmada – mas a Downtown Filmes e a Paris Filmes, que distribuem o longa, afirmaram que será no mesmo mês.

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“Feito na América” diverte ao colocar Tom Cruise entre Pablo Escobar e a CIA

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- 09-13-17 18:47 - 1 Comentários

Do diretor de “Identidade Bourne”, “Feito na América” é o tipo de filme cada vez mais raro em Hollywood. É uma produção que não almeja o Oscar nem recordes de bilheteria, apenas propiciar duas boas horas na sala escura

Doug Liman é um dos diretores mais prolíferos e influentes de Hollywood, mas pouca gente parece se importar. São deles filmes bacanas que marcaram época como “Identidade Bourne” (2002) e “Sr. & Sra. Smith” (2005). Só em 2017 lança dois filmes no cinema. O primeiro, “Na Mira do Atirador”, estreou no mês passado no Brasil e o segundo, “Feito na América”, estreia nesta semana.



“Feito na América” é uma produção que não almeja Oscar ou sucesso de bilheteria

Foto: Divulgação

Protagonizado por Tom Cruise, com quem Liman já havia rodado o também bacana “No Limite do Amanhã” (2014), “Feito na América” se escora em um personagem que merecia um filme de Doug Liman. Barry Seal (Cruise) era um piloto da aviação civil norte-americana recrutado pela CIA para afazeres operacionais como fotografar concentrações comunistas em países da América Central durante a guerra fria. Mas o moço subiu na vida.</p>Assim como a CIA, suas habilidades como piloto – e sua boa relação com a CIA – entraram no radar do emergente barão das drogas Pablo Escobar. De repente, Seal se viu como o estranho vértice de uma relação com um dos homens mais perigosos do mundo e a implacável agência de inteligência americana.</p>A produção se ocupa de reconstituir essa inacreditável história real, que já fora pincelada em outras produções como “Conexão Escobar” (2016), estrelado por Bryan Cranston, e até mesmo na primeira temporada da série “Narcos”, da Netflix. Aqui, no entanto, ganha relevo e destaque – e um ponto de vista romântico.





Sob muitos aspectos este é o filme certo para Tom Cruise, que costuma ser conhecido por não dar ponto sem nó. “Feito na América” depende de seu charme como protagonista como nenhuma outra produção recente do astro dependia. É, também, um filme de ator. Em que a história, por mais mirabolante que seja, não se impõe à destreza da atuação. E Tom Cruise, como tão bem provara ao longo da década de 90, se garante. Essa é sua melhor aparição como ator desde “Trovão Tropical” (2008), em que ele nem sequer fazia o protagonista.</p>Diversão chapada, “Feito na América” é um tipo de filme que Hollywood não aposta mais quando não há perspectiva de Oscar. É um tipo de filme, também, que você verifica com gosto na filmografia de Doug Liman. Não à toa que Cruise e Liman resolveram se reunir para o projeto. Um filme adulto, calcado na figura de um astro e que não ambiciona quebrar recordes de bilheteria. Eis um filme que vai ao passado para nos lembrar de tempos em que até no cinema as coisas eram mais simples.

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J.J. Abrams será o diretor de ‘Star Wars: Episódio IX’

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- 09-13-17 16:27 - 1 Comentários

Diretor de “Star Wars: O Despertar da Força” volta à franquia no nono episódio da saga, previsto para estrear em 2019

O Twitter oficial de “Star Wars” confirmou nesta terça-feira (12) que J.J. Abrams está de volta à saga. Ele será o diretor e roteirista de “Star Wars: Episódio IX”, o nono filme da franquia.



J.J. Abrams irá dirigir e roteirizar “Star Wars: Episódio IX”

Foto: Divulgação

Diretor de “Star Wars: O Despertar da Força”, J.J. Abrams volta à franquia para encerrar o ciclo que ele começou, em 2015. Ele assume o filme após a saída de Colin Trevorrow, que foi o primeiro escalado para dirigir o longa, mas acabou abandonando o projeto após diferenças criativas com a Disney.</p>Além de J.J. Abrams, também está no projeto Chris Terrio, como co-roteirista, e as produtores Kathleen Kennedy e Michelle Rejwan.</p>“Com ‘O Despertar da Força’, J.J. entregou tudo que a gente poderia esperar, e eu estou muito animado por ele voltar para fechar essa trilogia”, disse Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm, em comunicado à imprensa. Além de “O Despertar da Força”, o diretor também assina “Além da Escuridão – Star Trek”.</p>
Diferenças criativas
J.J. Abrams não é o primeiro diretor a assumir um projeto em andamento no universo de “Star Wars”. Neste ano, Ron Howard também substituiu Chris Miller e Phil Lord na direção do filme focado na história de Han Solo, previsto para ser lançado no ano que vem.

“Star Wars: Episódio IX”, agora com J.J. Abrams, está previsto para ser lançado em 2019. Antes, a Disney apresenta “Star Wars: Os Últimos Jedi”, com direção de Rian Johnson e participação de Daisy Ridley, John Boyega e Mark Hammil. O filme chega aos cinemas brasileiros em 14 de dezembro. O longa solo de Han Solo, que ainda não tem nome nem data de estreia, está previsto para ser lançado em 2018.

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Patty Jenkins é confirmada na direção de “Mulher-Maravilha 2”

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- 09-11-17 18:14 - 0 Comentários

A diretora, que está revolucionando a produção cinematográfica norte-americana, segue conquistando espaço e atraindo público feminino

Segundo informações do site estadunidense de entretenimento “Variety”, Patty Jenkins estará, mais uma vez, com as rédeas de mais um filme solo da heroína Mulher-Maravilha em mãos. Nesta segunda (11), o portal confirmou a informação e, sem dúvidas, levou os fãs de histórias em quadrinhos à loucura.



Patty Jenkins irá dirigir continuação de “Mulher Maravilha”

Foto: Reprodução/Twitter

Para os que não perdem uma novidade sequer sobre o universo que envolve as criações da DC, já não tinha segredo nenhum em torno do trabalho em parceria que vinha sendo feito por Geoff Johns, presidente da DC Comics, e a diretora e roteirista Patty Jenkins para a sequência de “Mulher-Maravilha” (2017). Outro portal, o site “The Wrap”, afirmou que o fio condutor do novo filme será a disputa contra os soviéticos nos anos 80.</p>Sobre a atriz principal, ainda não há confirmações de que Gal Gadgot continuará a sustentar o papel. No entanto, as expectativas para que a intérprete assine novamente com a franquia estão altas.

“Mulher-Maravilha 2” chega aos cinemas dos Estados Unidos no dia 13 de dezembro de 2019. Ainda tem chão… Mas mal podemos esperar!


Girl Power!
Parece que não foi coincidência Patty Jenkins estar à frente da direção da história da guerreira amazona para as telonas. Nas mãos de Patty estão, praticamente, os primeiros passos que rumam à uma revolução: a conquista de um espaço cada vez maior para as mulheres no mundo do cinema. Entre os ganhos e as mudanças, está o fato de que a roteirista norte-americana conseguiu atrair, com o “Mulher-Maravilha” (2017), um público 50% feminino nos Estados Unidos, enquanto o comportamento usual das pessoas costumava computar 60% dos ingressos para longas heroicos para homens.</p>

Patty Jenkins irá dirigir continuação de “Mulher Maravilha”

Foto: Divulgação

Acha que acabou por aí? Não é só no enredo e no roteiro que tem mulher na parada. No backstage também! O que comprova é o fato de que a equipe por trás das câmeras também era formada por mulheres, desde Patty Jenkins até a designer de produção e demais cargos.</p>
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“Polícia Federal – A Lei é Para Todos” tenta lucrar com patriotismo brasileiro

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- 09-11-17 18:11 - 0 Comentários

O mal elaborado patriotismo brasileiro é a principal moeda do filme que reconstitui as circunstâncias que desencadearam a maior operação anticorrupção da história do País. Produção fez boa bilheteria de estreia

Maior operação anticorrupção da história do Brasil, e pelos números e ramificações quiçá do mundo, a Lava-Jato comporta em si um grande componente cinematográfico. José Padilha que já falou de corrupção nos dois “Tropa de Elite” e também em “Robocop” está desenvolvendo uma série para a Netflix, mas “Polícia Federal – A Lei é Para Todos” chegou antes.</p>

Apoiado em nacionalismo mal construído, ”Polícia Federal – A Lei É Para Todos” não cumpre papel que se propôs

Foto: Divulgação 


Pouca densidade e competição desigual
O filme de Marcelo Antunez é o primeiro de uma trilogia e se ocupa da recriação das circunstâncias que culminaram na deflagração da Lava Jato. “Polícia Federal – A Lei é Para Todos” evolui até a condução coercitiva de Lula, ocorrida em março de 2016, e que precipitou apenas um dos muitos momentos em que os poderosos do país atentaram contra a operação.

Em cerca de hora e meia, a fita se incumbe de dar conta de aproximadamente 20 fases da Lava Jato, dos receios e angústias de algumas figuras proeminentes dela, oxigenar variantes da operação, como a cobertura da imprensa, o impacto desta nas relações familiares dos envolvidos e dar ritmo de thriller ao desenvolvimento narrativo. Além, é claro, de fiar-se como uma defesa desembaraçada da operação que já dura mais de três anos e tem como um de seus objetivos moralizar o trato com a coisa pública.

Como pode se ver, é muita coisa e mesmo que fosse possível dimensionar satisfatoriamente tudo isso em um único filme, “Polícia Federal – A Lei é Para Todos” é vítima do fato de ser contemporânea ao período histórico a que remete. Portanto, não há competição possível. A realidade tem muito mais complexidade, adrenalina e escândalo. A estruturação imposta pela realização, como se não bastassem todos esses obstáculos, é rasa. O filme se refugia em clichês, na lógica de policiais americanos e em um punhado de frases feitas para justificar personagens e anseios de âmbitos opostos da audiência. Em resumo é um filme que não consegue se materializar.

O elenco está irregular. Se Antonio Calloni é bem sucedido em preencher seu delegado Ivan de camadas insuspeitas que vão sendo descortinadas à medida que a força-tarefa mergulha na lama de corrupção à brasileira, Flavia Alessandra, Bruce Gomlevsky e os demais não conseguem exceder o lugar comum e viram reféns da superficialidade. Ary Fontoura encarna Lula com escárnio e presta um desserviço ao filme logo em seu clímax e Marcelo Serrado se limita a repetir tiques da persona pública de Sérgio Moro, que parece estar no filme mais como um capricho (já que seu nome é um fetiche tão adensado quanto o de Lula) do que para cumprir qualquer função narrativa.

“Polícia Federal – A Lei é Para Todos” é pobre enquanto cinema, mas é uma bem-vinda carta de intenções. É, também, uma demonstração de amadurecimento do cinema brasileiro enquanto negócio, já que é um filme concebido todo ele sob uma lógica mercadológica que pressupõe um raciocínio de indústria que raramente se vê por aqui além das comédias. A Lava Jato, afinal, vende. Resta saber se contar com o patriotismo do brasileiro, que nunca foi lá essas coisas, vale a aposta.

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Will Smith publica primeira foto no set de ‘Aladdin’

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- 09-06-17 23:14 - 0 Comentários

O filme será uma adaptação da clássica animação da Disney

Não precisa mais fazer pedidos para o gênio da lâmpada: o live-action de “Aladdin” já está prestes a finalmente virar realidade. Will Smith, que fará o papel do realizador de desejos no novo filme, publicou uma foto no seu Facebook ao lado de outros artistas que fazem parte do elenco do filme, como Mena Massoud, Naomi Scott e Marwan Kenzari, para anunciar que as gravações já começaram.</p>

Set de gravação de Aladdin com o elenco que fará parte da adaptação live-action da Disney da clássica animação

Foto: Reprodução/Facebook

“Nós acabamos de começar a gravar ‘Aladdin’ e eu gostaria de apresentar a vocês a nossa nova família… Mena Massoud/Aladdin, Naomi Scott/Princesa Jasmine, Marwan Kenzari/Jafar e eu aqui colocando meu Gênio ativo. Aqui vamos nós”, escreveu Will Smith na legenda da fotografia. Segundo o site de notícias Deadline, a foto foi tirada no Longcross Studios em Londres.</p>Dirigido por Guy Richtie e escrito por John August (“As Panteras”), a adaptação ainda contará com Numan Acar (“Homeland”) como o braço-direito de Jafar, Nasim Pedrad (“Saturday Night Live”, “Scream”) e Billy Magnussen (“Caminhos da Floresta”) em papéis criados especialmente para este novo trabalho, sendo eles a confidente de Jasmine, Maia e o príncipe Anders, respectivamente. A trilha sonora ficará por conta de Alan Menken, que já faturou Oscars por seu trabalho na animação original, além de Benj Pasek e de Justin Paul, conhecido por seu trabalho em “La La Land: Cantando Estações”.


Disney em novo formato
Apesar da animação, “Aladdin” não será o único filme live-action da Disney que invadirá o cinema nos próximos anos. Depois de “Bela e a Fera”, ainda outras produções estão sendo estudadas para a transformação, como “Mulan”, “A Pequena Sereia”, “O Rei Leão”, “Dumbo”, “Ursinho Pooh”, “Pinóquio” e outros grandes clássicos da produtora. Parece que até um longa inspirado no personagem de Will Smith está na lista, com uma obra que contará como foi que o gênio foi parar na lâmpada!

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Netflix terá filme dirigido por Fernando Meirelles

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- 09-06-17 23:13 - 0 Comentários

A obra remontará a relação entre o Papa Francisco e o Papa Bento XVI

Depois de internacionalizar sua carreira com “Cidade De Deus”, Fernando Meirelles agora vai dirigir um filme que será produzido pela plataforma de streaming Netflix.</p>O longa, que ainda não tem um título oficial, contará a história de amizade entre o Papa Francisco, que será interpretado por Anthony Hopkins, e o Papa Bento XVI, que será vivido por Jonathan Pryce, o Alto Pardal de “Game of Thrones”. Segundo a revista Variety, o filme será gravado na argentina este novembro e o cineasta Cesar Charlone também estará presente para as gravações.</p>

Fernando Meirelles assinará direção de novo filme da Netflix sobre os papas do Vaticano

Foto: Reprodução

O novo filme da Netflix irá explorar a relação e as visões opostas dos dois líderes da Igreja Católica. Na trama, ambos devem abordar seus próprios passados e as demandas do mundo moderno para mover a igreja para frente. Enquanto Bento renunciou o seu cargo em 2013, após oito anos no comando do Vaticano, Francisco ressurge em meio a crise da Igreja Católica, sendo encarado como um papa mais progressista. O roteiro ficou por conta de Anthony McCarten, conhecido por “A Teoria de Tudo” (2014).</p>A obra marca o retorno de Meirelles aos longas internacionais, sendo o último o drama “360”, em 2011, que também contava com Anthony Hopkins no elenco. O ator, por outro lado, foi visto recentemente em “Transformers: O Último Cavalheiro”, enquanto seu parceiro Jonathan Pryce poderá ser visto nas telonas em breve em “O homem que inventou o Natal”.


Brasil na Netflix
Não é só Meirelles o único brasileiro que comandará um longa-metragem na Netflix. Outra produção brazuca está por vir: “O Matador”. Dirigido por Marcelo Galvão (“Colegas”), o longa se passa entre os anos de 1910 e 1940 e marca o primeiro filme original brasileiro do serviço de streaming. A trama conta a história de um temido matador pernambucano, interpretado por Diogo Morgado, que vai do sertão para a cidade investigar o desaparecimento de um cangaceiro local que o criou.

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Leonardo DiCaprio está cotado para viver vilão Coringa nos cinemas

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- 09-01-17 16:56 - 0 Comentários

O longa, que será produzido pela Warner, trará à tona as origens do vilão e terá na produção do trabalho o cineasta Martin Scorsese; confira

Seu rosto já é bem famoso nas telonas do cinema, suas artimanhas são bem conhecidas pelos heróis da DC, mas a origem de um dos vilões mais famosos da cultura pop, o Coringa, ainda não chegou a ser contada na sétima arte – até agora.

Este mês, a Warner anunciou que estava preparando um novo longa solo de Coringa, em que sua história seria remontada com a produção de Martin Scorsese (“Taxi Driver” e “Silêncio”). Agora, uma outra novidade veio à tona: Leonardo DiCaprio estaria sendo cotado para protagonizar o novo trabalho.



Leonardo DiCaprio, vencedor do Oscar de Melhor Ator por “O Regresso”, pode viver Coringa nos cinemas

Foto: Reprodução

De acordo com nota publicada no Hollywood Reporter, a Warner gostaria de utilizar a influência de Scorsese, com quem Leonardo DiCaprio já trabalhou algumas vezes anteriormente, para trazer o ator para a nova produção baseada em uma história de quadrinhos. Apesar da informação, ainda não há uma oferta oficial para o astro de “Titanic” e os acordos ainda não estão fechados para que Scorsese se una ao time.</p>A ideia do novo filme é que ele seja diferente. Os novos filmes da DC com a Warner pretendem sair um pouco da ideia tradicional de filmes derivados de histórias de quadrinho e espera-se atrair atores e cineastas que normalmente não trabalham com esse gênero cinematográfico. A direção ficará por conta de Todd Phillips, conhecido por “Se Beber, Não Case”, que também escreverá o roteiro ao lado de Scott Silver.


Ideia não agrada a todos


Apesar da inovação da Warner com a DC, a possível chegada de Leonardo DiCaprio para o novo longa de Coringa não chegou a agradar a todos. Jared Leto, que fez o vilão em “Esquadrão Suicida” e deve reprisar sua atuação na continuação do longa, não gostou muito da novidade. Para ele, a ideia de ter diversos atores performando Coringa nos cinemas não parece algo positivo e chegou a reclamar sobre as negociações com os seus agentes.</p>
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Filme ‘Downsizing’ abre o Festival de Cinema de Veneza

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- 08-31-17 14:29 - 0 Comentários

O filme “Downsizing”, de Alexander Payne, abriu o festival italiano nesta quarta-feira (30); longa tem Matt Damon e Kristen Wiig como protagonistas

O filme “Downsizing”, do diretor Alexander Payne, inaugurou nesta quarta-feira (30) a 74ª edição do Festival de Veneza e foi recebido com aplausos pelo público.</p>

“Downsizing”, de Alexander Payne, abriu o Festival de Veneza nesta quarta-feira (30) e foi aplaudido pelo público

Foto: Divulgação

O longa, que tem o ator Matt Damon como protagonista contracenando com Kristen Wiig, relata a história de um casal que mora na cidade de Omaha. Lá, as pessoas descobrem a possibilidade de reduzir de tamanho – virar uma versão miniatura de si mesmo – para ter menos gastos vivendo em microcomunidades que se espalham pelo mundo, uma estratégia para conter superpopulações. O filme mescla a comédia com o drama ambiental, evidenciando problemas do consumo excessivo e do uso de recursos naturais, e é um dos favoritos no Festival de Veneza.</p>
Programação
Nos próximos dias, mais filmes aguardados vão passar por Veneza. Outras presenças marcantes incluem “Mãe!”, o thriller de Darren Aronofski estrelado por Jennifer Lawrence e Javier Barden. O filme, que estreia em 21 de setembro, aproxima o diretor de seu maior sucesso, “Cisne Negro”, com um drama que beira a paranoia. Outro diretor quem também retoma a temática de um de seus maiores sucesso é Guillermo del Toro , que levará a Veneza “The Shape of Water” que, pelo trailer, mistura realidade e fantasia e monstros, como “O Labirinto do Fauno”. Sally Hawkins é o destaque no elenco, que tem também Michael Shannon, Octavia Spencer e colaborador de longa data de del Toro, Doug Jones.

Ainda estão no programa do festival os filmes “Suburbicon”, de George Clooney; “L’Insulte”, de Ziad Doueiri; “La Villa”, de Robert Guèdiguian; “Lean on Pete”, de Andrew Haigh; “Mektoub, my love: Canto Uno”, de Abdellatif Kechiche; “Hannah”, de Andrea Pallaoro; “Sweet Country”, de Warwick Thornton; “The Leisure Seeker”, de Paolo Virzì; e “Ex Libris – The New York Public Library”, de Frederick Wiseman, entre outros.

O Festival de Veneza vai até o dia 9 de setembro. Essa edição conta com um reforço no esquema de segurança devidos aos atentados terroristas pela Europa.

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